Após a Mata das Flores, a
estrada entra em um corredor de 50
palmeiras imperiais com mais de 50
anos e 20 metros de altura, que anunciam
a chegada à Fazenda. A história
narra que seu proprietário,
Agostinho Ferreira Machado, não
concordava com o regime de escravidão
e por isso, nunca se utilizou mão-de-obra
escrava. O local tornou-se referência
da cultura negra da época.